Bichomania – Fazendinha para crianças em Cotia

Esse final de semana levei Bebel na “Bichomania” em Cotia, e como já sou quase uma “expert” nesse tipo de programa com ela, não podia deixar de compartilhar com vocês, já que a experiência foi incrível, ela se divertiu demais. Uma super dica para levar os pequenos.

Fica em Cotia, a cerca de 50 minutos de São Paulo e já aviso: não é recomendável em caso de chuva. Ao chegar, já somos recebidos com um cafezinho cortesia, que inclui broas de fubá, pão com manteiga e rosquinhas.

Além dos bichinhos (vacas, ovelhas, bodes, cavalos, etc), berçario (com pintinhos, coelhos, etc) e mini-zoo (papagaios, macacos, araras, etc) eles também possuem trilhas que levam à oca do índio, com uma rede, além de uma outra trilha que leva até uma “escada” de cordas para uma descida mais íngreme.

Achei muito bom também o almoço: no sistema de buffet, feito no fogão à lenha, com um churrasco muito bem feito também. Tudo muito bem feito, caseiro e super temperado. E não se surpreendam se no meio da refeição algum dos moradores locais aparecerem para dar uma conferida, como na foto abaixo.

Os preços também são muito justos, comparados com as outras que já fui. Com certeza voltarei!

 

 

Trattoria Fasano: Para jantar também!

Depois que me mudei para São Paulo que pude entender um pouco melhor o motivo da fama de seus restaurantes. Afinal, esse seria um dos principais atrativos daqui, seguido da vida noturna. O ponto é que não apenas a culinária japonesa (maior colônia de imigrantes fica aqui), mas a italiana também é gigantesca e consequentemente somos muito bem servidos nas duas. E indo ainda mais fundo, acabei ficando bastante exigente também…

Já conhecia a Trattoria Fasano, que fica no Itaim, acho um ótimo local para almoços de trabalho, mas nunca tinha ido jantar. E foi uma grata surpresa! Um clima muito agradável não apenas para os românticos, mas também para negócios ou algo mais intimista com amigos.

Para começar a burrata é imperdível. Super cremosa, certamente uma das melhores que já provei. Vale também o carpaccio, que vem com azeitonas trituradas e pinolis super crocantes.

Sobre a difícil tarefa de escolher o prato principal, consideraria bastante o papardelle com pato com uma cocção perfeita que se desmancha. Aplausos para a pasta também!

Sobre o carbonara (que eu amo!), muito saboroso. E com molho em abundância!

Outro carro chefe da casa é o spagetthi com frutos do mar. Massa al dente, bastante saborosa!

Agora sem dúvidas, um dosprincipais atrativos da casa é o polpetone. E o chef comentou que o principal diferencial é o fato de são ser frito. Um dos melhores que já provei, sem dúvidas!

 Para encerrar, cannolis (feitos lá mesmo) e tortinha de creme de avelã super cremoso.

Coloquem na listinha a conhecer, vale a pena!

Trattoria Fasano

R. Iguatemi s/n

Tel 11- 3167-3322

Dicas para quem vai a St. Barths

Quando decidi ir St. Barths a primeira dúvida que veio foi: “como chegar lá?”. Não existem vôos diretos daqui do Brasil, e mesmo assim acaba sendo difícil saber qual rota utilizar. Há algumas maneiras saindo do Brasil: via Panamá ou via Miami. Acabei optando por ir de Copa Airlines, com destino a St. Marteen, fazendo escala no Panamá.

De St. Marteen pegamos mais um vôo até St. Barth, em um avião bem pequeno, são 15 minutos de vôo. Balança um pouco, porém tentem focar na paisagem já que é bem rápido. Aos que têm medo de avião também existe a opção de Ferry Boat disponível, porém as opções de horários são menores e duram cerca de 1 hora (os vôos saem de 15 em 15 minutos) pela companhia Winair (existem também outras que se chamam Trade Wind ou Volaris mas que saem de outras localidades, caso não optem por ir via St. Marteen)

Tivemos a comodidade de o hotel Le Sereno que ficamos hospedados ter um serviço de concierge no aeroporto de St. Marteen. Não precisamos nem mesmo passar pela imigração que uma pessoa com uma placa com nossos nomes estava nos aguardando e se prontificou em antecipar nosso vôo até St. Barth. Fomos direto ao portão de embarque e ele ficou responsável por retirar nossa bagagem, que foi direcionada ao hotel no vôo seguinte e ao invés de termos que ficar esperando no aeroporto, ficamos no nosso quarto de hotel com uma garrafa de champagne geladinha ;)

Outra dica importante para quem vai é alugar um carro. Claro que daria para ter ficado apenas na praia da frente do hotel Le Sereno pois o que não faltam são opções de esportes aquáticos, restaurantes, super piscina, SPA, …, porém as outras praias são um capítulo à parte (já falei nesse post AQUI).

Alugamos na Hertz e havia a opção de retirada no próprio hotel, ou seja, fomos do aeroporto até lá no trasfer do próprio hotel, aproveitamos o dia, e no dia seguinte a locadora de carros deixou o nosso carro no próprio hotel (e para devolver foi só deixar por lá também). Ah, e o que alugamos foi conversível e valeu muito a pena.

A moeda local por lá é o Euro, mas aceitam dólares americanos em praticamente todos os lugares por lá. Em todos os lugares que fomos pagamos em USD, apesar de tudo ser precificado em Euro.

O hotel tinha disponível no quarto um vidrinho de repelente, apesar de usarmos em alguns dias não tivemos problemas com mosquito (na verdade não vi nenhum…), mas acredito que dependendo da época seja aconselhável levar (ou conseguir um por lá).

Levei meu próprio snorkel, adoro mergulhar (não sabia que o hotel tinha disponível também, além das nadadeiras), mas acabei me esquecendo de levar na bolsa no primeiro dia de tour às praias da ilha e me arrependi bastante pois gostaria de ter explorado mais o fundo do mar nessas praias. Recomendo uma fitinha no dedo para não esquecerem hahaha

Quando forem fazer a mala vale levar um tênis caso pensem em fazer a trilha até a praia de Colombier, que tem 20 minutos de descida (e na volta de subida) por uma montanha com muitas Pedras, galhos, bichos etc. Fomos de Havaianas e demos uma de “turistas” já que todos chegam lá devidamente calçados… E sim, vale muito a pena, na minha opinião foi a praia mais bonita. Ah, e levem uma garrafinha de água para essa caminhada pois na praia não há bares…

Ah, e a ilha é pequena, não precisa de GPS pois há praia por todos os lados, mas é fundamental pedir um mapinha na recepção do hotel para ter uma idéia da direção a seguir e conseguir visitar todas as importantes. 

Em breve conto mais, em outro post, sobre os restaurantes de lá!